WILLIAN SIZOTE - BLOG OFICIAL




Escrito por Willian Sizote às 15h23
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Willian Sizote é Jornalista, Escritor, Compositor e Acadêmico de Direito.

Há anos atuando no Jornalismo, Willian Sizote é conhecido por sua principal característica: ousar. Para dar maior credibilidade às suas palavras tornou-se jornalista profissional sob o registro MTE-ES 2.864/11. Podendo, agora, ir ainda mais além em sua capacidade de se comunicar. 

Amante das palavras, é autor de dois livros lançados de forma independente. "A Luz dos Pensamentos", lançado em 2000 e "Uma Lágrima de Saudade", em 2002.

Além de possuir artigos publicados no Jornal "Espírito Santo de Fato" (O Fato) e no Jornal "Espírito Santo Notícias", o jornalista também foi colunista crítico da revista cachoeirense "Styllus" de abril de 2008 até o final de 2012, onde assinou, com grande credibilidade, a polêmica coluna "No Alvo".

Atualmente, Willian Sizote é Diretor e Jornalista Responsável pela Revista No Alvo, Jornalista Responsável pela Revista Styllus, e está cursando o 8º Período de Direito no Centro Universitário São Camilo-ES.

Atenção: Todos os textos publicados neste Blog são de autoria exclusiva de Willian Sizote. Portanto é proibida a reprodução total ou parcial dos mesmos. Salvo quando citado o nome do autor. (Este site observa a lei de direitos autorais nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1998: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm



Escrito por Willian Sizote às 15h21
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          O projeto “Amigos do Livro” lançado no fim do ano passado pelos alunos do curso de Direito do Centro Universitário São Camilo-ES foi um sucesso. A campanha, que objetivou arrecadar livros para serem doados à Penitenciária Regional de Cachoeiro de Itapemirim “Monte Líbano”, superou todas as expectativas, arrecadando mais de 1.300 livros para a biblioteca da unidade prisional.

          A ideia partiu de uma visita técnica feita pelos alunos ao instituto. A carência de livros na unidade despertou o interesse dos acadêmicos em colaborar no preenchimento dessa lacuna. Uma iniciativa que, com certeza, beneficiará toda sociedade. 

          O principal responsável pelo Projeto de Extensão é o advogado criminalista e professor da São Camilo, Dr. Aníbal Gualberto Machado dos Santos. O professor, juntamente com o coordenador do curso, José Eduardo Silvério Ramos, acompanhou o grupo de alunos nesta nobre missão que visa colaborar com a ressocialização dos presos no estado.

          “A visita foi um sucesso. Os presos e a direção do presídio receberam a faculdade de braços abertos. Participamos da formação de 40 novos pintores que se formaram em um curso do SENAI, assistimos uma peça de teatro feita pelos próprios detentos na biblioteca e fizemos a entrega de 1.300 livros”. Relatou Dr. Aníbal que ainda frisou a importância em estreitar distâncias entre a faculdade e os reeducandos. O professor e advogado também ressaltou a magnitude que há em projetos como esse, cujo intuito é conscientizar os futuros profissionais do direito e fazer com que tenham uma visão cada vez mais voltada para ressocialização.

          A entrega dos livros aconteceu no dia 13 de março do corrente ano. Uma cerimônia foi preparada especialmente para a ocasião. Entre as apresentações houve declamação de poesia e peça teatral, emocionando todas as autoridades presentes. Um dos internos ainda presenteou o professor Aníbal com um belíssimo quadro pintado pelo próprio detento.

          O número de livros arrecadados pelos acadêmicos de Direito, que agora cursam o 5º período, equivalem a quase 25% do que já havia na biblioteca. Um número significantemente grande, já que o hábito de leitura na penitenciária é intenso entre os internos.

          O acadêmico de Direito, Joelson Wammoch, que também esteve presente no presídio, se surpreendeu com o que viu por lá. “O local é muito organizado e limpo. Os detentos são totalmente educados e se respeitam de forma extraordinária. Antes dessa visita eu tinha a ideia de um lugar sujo, mal organizado, mas não é bem assim. Lá todos passam por cursos preparatórios, aulas didáticas e teatro.” Declarou o universitário que também elogiou o grande otimismo da diretora em relação ao futuro dos detentos.

          O projeto “Amigos do Livro” continua. Para aqueles que não tiveram oportunidade de fazer sua doação, ainda há tempo. Nessa nova etapa a arrecadação de livros beneficiará a ala feminina da unidade prisional. Quem quiser abraçar essa causa e ser também um “amigo do livro” basta passar na biblioteca do Centro Universitário São Camilo-ES e fazer sua doação. Doar um livro pode parecer um ato simples, mas é na simplicidade desse ato que será possível enxergar o surgimento de um futuro melhor.

          Willian Sizote (Artigo publicado na 49ª edição da Revista Styllus em abril de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 15h03
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"Ouvi dizer que a esperança é a última que morre. Discordo, em gênero e grau. A esperança nunca morre. Pois aprendi que Jesus Cristo é a esperança. E, se Ele é eterno, ela não morrerá... Jamais". Willian Sizote



Categoria: PENSAMENTOS
Escrito por Willian Sizote às 08h42
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"Por eu ser diferente, ainda que eu faça o melhor, nunca será o suficiente". Willian Sizote



Categoria: PENSAMENTOS
Escrito por Willian Sizote às 08h29
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Homossexual é espancado e enterrado vivo no Pará”. “Homossexual é espancado em ala evangélica de penitenciária em Cuiabá”. “Grupo de homossexuais é agredido em estação do Metrô em São Paulo”. “Jovem homossexual é espancado em Belo Horizonte”. “Estudante, vítima de homofobia, é covardemente espancado e tem rosto desfigurado em Porto Alegre”. “Homossexual morre após ser espancado por adolescente no litoral de Alagoas”. Até Quando?

O Brasil caminha para a decadência. Os ignorantes ainda condenam os homossexuais como se traçassem um caminho perfeito. Mulheres e homens traem os seus parceiros, religiosos se escondem atrás da Bíblia, pais e mães abandonam e matam os filhos, mas os “monstros do armário” ainda são os homossexuais. São eles que sofrem com o preconceito e são literalmente apedrejados, simplesmente por não usarem a máscara que boa parte da sociedade insiste em usar.

Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”. Quem não conhece essa frase? Pois é! Tem muita gente por aí achando que é Deus. Apontam, julgam e condenam. Pior do que a mão que segura a pedra, são os construtores de uma sociedade intolerante e preconceituosa. Por mais que o homossexual se esforce ele sempre será visto como um ser que rasteja na escuridão. Pois é mais fácil um assassino ser reintegrado na sociedade do que um gay ser respeitado como realmente merece.

Recentemente em Vitória-ES um adolescente de apenas 12 anos se suicidou com o cinto da própria mãe. Detalhe: um dia antes em sua escola um grupo de adolescentes o colocou em uma espécie de “roda de humilhação”, agredindo-o com empurrões e xingamentos e chamando-o, inclusive, de gay. Que sociedade é essa? O que os pais ensinam aos seus filhos? Onde foi parar o respeito ao próximo?

A situação só tende a piorar. Principalmente porque padres e pastores decidiram metralhar os homossexuais. “Homens de Deus”, como o pastor Silas Malafaia, que deveriam pregar a paz, resolveram radicalizar e “botar pra quebrar”. Há alguns meses em seu programa na Rede Bandeirantes o pastor defendeu “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra integrantes da Parada Gay. Independente de sua intenção, um homem com tal influência deveria pensar duas vezes antes de sair “atirando pedras” por aí. Pois, com isso, os gays se afastam cada vez mais das igrejas. Também não poderia ser diferente. Afinal, como permanecer em um ambiente onde você é constantemente tratado como uma aberração?

Em Porto Alegre-RS o estudante Willian Santos (foto) foi espancado e teve o rosto desfigurado pelo simples fato de ser gay. Muitos outros homossexuais são vítimas de agressões em todo o Brasil. Este jovem não foi o primeiro, muito menos o último.

Os pais deveriam educar os seus filhos para se tornarem pessoas pacíficas. As igrejas deveriam julgar menos e acolher mais. Porém, os seres humanos são “treinados para matar”. A igreja condena; a sociedade condena. E assim se constrói a homorrealidade brasileira. Como o próprio colunista já disse outrora: “Enquanto a humanidade se mata, os ignorantes se preocupam apenas em saber se o rapaz da casa ao lado gosta de homem ou de mulher”.

 Willian Sizote (Artigo publicado na 48ª edição da Revista Styllus em março de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 17h07
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          A Revista Styllus não para de surpreender. A coluna Styllus Homem, lançada no mês anterior, já é um sucesso. E nesta edição comemorativa não podíamos deixar a desejar. Para estampar as nossas páginas e apagar as quatro velhinhas da revista contamos com toda a beleza e sensualidade do ator Marcelo Faustini. O ex-paquito da apresentadora Xuxa Meneghel, que também já participou de grandes novelas na Rede Globo e na Record, nos contou um pouco mais sobre sua vida numa entrevista exclusiva que preparamos com todo carinho especialmente pra você.

          REVISTA STYLLUS- Marcelo, como surgiu a oportunidade de se tornar paquito? É verdade que tudo começou em uma banca de revista?

          MARCELO- Foi por um acaso mesmo. Eu namorava uma menina, (na época tinha 16 anos) e ela morava em frente ao teatro Fênix (Jardim Botânico), aonde eram gravados os programas da Xuxa. E, passando pela rua Saturnino de Brito, parei em uma banca de jornal que ficava exatamente em frente a produção da Xuxa. Então uma secretária da Marlene Mattos, que também estava na banca, virou pra mim e falou: Você tem cara de Paquito! Eu ignorei momentaneamente, mas aí falei - Ué, o que é paquito? Ela disse que como as paquitas iria ter o grupo dos paquitos. Com a minha desconfiança a secretaria falou: - Está duvidando? Quer que eu te leve lá na gravação agora? Vamos lá! E aí fui. Depois pediram fotos e vieram testes de voz a som livre, fui passando as etapas e entrei como o primeiro paquito da Xuxa, no final de fevereiro de 1989.

          REVISTA STYLLUS- Além de cantar e participar de várias peças teatrais, você também já atuou em novelas como Kubanacan, Estrela de Fogo e Malhação, sem falar que ainda brilhou em filmes como Lua de Cristal, Sonho de Verão e Xuxa Requebra. O que você aprendeu com todos esses trabalhos e o que isso influenciou em quem você é hoje?

          MARCELO- Pôxa, influenciou em tudo! O contato que tivemos na época ainda com o cinema feito em película, os shows em estádios lotados com 40 mil pessoas, a presença de palco, cursos de teatro e dança, nossa foi uma faculdade e tanto. E, anos depois, acabei fazendo faculdade de cinema na Universidade Gama Filho. Foi por conta dos filmes feitos na época da Xuxa que despertou a paixão pelo cinema.

          REVISTA STYLLUS- Um dos maiores golpes da sua vida foi a morte de sua mãe em 2006. Depois do ocorrido alguma coisa mudou em sua forma de enxergar o mundo?

          MARCELO-  Nunca mais será igual. Ela se foi muito cedo. Era meu porto seguro, quem alimentava a minha alma e me colocava pra cima nas horas mais difíceis, além de muito carinhosa, amiga e muito divertida. Sim mudou, temos que fazer as coisas agora, não deixar para amanhã, porque de uma hora para outra não existirá o amanhã.

          REVISTA STYLLUS- Depois de passar uma temporada nos Estados Unidos aprimorando o seu inglês e fazendo alguns cursos de teatro, você acabou participando de alguns musicais. Em algum momento passou por sua cabeça ficar por lá e investir em uma carreira internacional?

          MARCELO- Eu amo os EUA, gosto de como as coisas funcionam e tenho vontade de atuar em cinema lá sim.

          REVISTA STYLLUS- Hoje você tem 40 anos. Qual o seu segredo para aparentar ser pelo menos dez anos mais jovem do que você realmente é?

          MARCELO- Não há segredo! É uma coisa chamada "genética de família". Eu bebo raramente, e só vinho. Não fumo e gosto de me alimentar bem. Mas a genética é a maior responsável.

          REVISTA STYLLUS- Atualmente você é um grande empresário. Em que área atua?

          MARCELO- Na área de ótica e investimentos de imóveis.

          REVISTA STYLLUS- Para finalizar, fale-nos um pouco sobre o longa que gravará este mês no Nordeste. Existem outros projetos para 2012?

          MARCELO- Isso é muito bom, na verdade é um média de uns 50 minutos. É uma turma muito dedicada do interior do Nordeste de uma cidade chamada Trindade – PE. Eles têm muita garra e força de vontade e eu fui convidado para atuar, mas quero ajudar em tudo, na produção, direção e poder levar um pouco do que aprendi com o mestre Ruy Guerra quando fiz a faculdade de cinema.

          Willian Sizote (Entrevista exclusiva publicada na 48ª edição da Revista Styllus em março de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 16h52
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              Neste mês a Revista Styllus comemora quatro anos e quem ganha, como sempre, é o leitor. Para brindar essa data tão importante ninguém melhor para estampar a nossa capa do que a bela e talentosa Letícia Wiermann. Modelo desde os 12 anos a jovem esbanja saúde. Além de ser dona de um canal na internet e morar a algum tempo em Miami, a musa ainda é filha do polêmico jornalista José Luiz Datena, apresentador do “Brasil Urgente” na Band. Foi pensando em você que a edição de aniversário da Revista Styllus preparou um ensaio especialíssimo com essa beldade que ainda nos concedeu uma entrevista exclusiva que você confere a partir de agora.

          REVISTA STYLLUS- Letícia, quando surgiu a oportunidade de se tornar modelo e como tudo começou?

          LETÍCIA- Tudo começou de maneira natural. Estava passeando no shopping em Ribeirão Preto e fui abordada por uma olheira, quando tinha apenas 12 anos de idade. Depois, com 15 anos, fui uma das vencedoras do Riachuelo Mega Models e me mudei para São Paulo para trabalhar como modelo profissional.

          REVISTA STYLLUS- Você é dona de um canal na internet, o “Vida On Line”, e é apaixonada por jornalismo. Também não esconde o desejo de ter um programa só seu na TV. Qual tipo de atração mais te deixaria à vontade em frente às câmeras?

          LETÍCIA- Gosto muito do formato Talk Show. Amo fazer entrevistas.

          REVISTA STYLLUS- Você nunca escondeu a grande admiração que tem pelo seu pai. Afinal, ser filha de José Luiz Datena, um dos apresentadores mais polêmicos do Brasil, ajuda ou atrapalha em sua carreira?

          LETÍCIA- Amo e admiro meu pai, assim como minha mãe, que é uma jornalista excelente. Ser filha dele às vezes atrapalha minha carreira sim, mas não deixa de abrir portas em certas ocasiões.

          REVISTA STYLLUS- Já sabemos que você fez dois anos de Direito em São Paulo, mas não terminou o curso. Porque optou pela área jurídica e o que a fez desistir?

          LETÍCIA- Gosto muito de estudar, de aprender e estou sempre fazendo cursos. Achei que deveria tentar fazer alguma coisa fora do meio artístico para ver se gostava. Deixei a faculdade, pois, apesar de adorar o curso e os estudos, decidi me dedicar ao que realmente amo, que é a televisão.

          REVISTA STYLLUS- O seu ensaio para a revista “Vip” ficou perfeito. Está esbanjando sensualidade. Mas se pintasse um convite para posar totalmente nua, também aceitaria?

          LETÍCIA- Adorei o ensaio da Vip, acho que fotos sensuais feitas com bom gosto e até o nu artístico podem ser muito bonitos. Mas confesso que no momento meu foco não é pousar nua, mas sim, apresentar um programa, escrever para revistas e dar continuidade aos meus estudos na área de jornalismo.

          REVISTA STYLLUS- Hoje você mora em Miami. Tem alguma pretensão de seguir uma carreira internacional ou apenas está se preparando profissionalmente para futuras oportunidades no Brasil?

          LETÍCIA- Adoro Miami mas meu mercado está aqui. Pelo menos para televisão. Portanto, pretendo sim passar mais tempo no Brasil no decorrer de 2012. 

          REVISTA STYLLUS- Para finalizar, qual o segredo de Letícia Wiermann para manter um corpinho tão saudável?

          LETÍCIA- Me alimento bem, procuro não comer alimentos que contenham gordura ruim ou carboidratos em excesso. Mas a realidade é que não existe corpo perfeito sem praticar exercícios, o que eu faço muito. Corro, pratico yoga, tenho um personal trainner, pedalo e estou aprendendo a fazer Kite Surf. Para a pele, uso produtos de uma linha 100% natural que se chama Arbonne.

          Willian Sizote (Entrevista exclusiva publicada na 48ª edição da Revista Styllus em março de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 16h28
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"Ontem sonhei com você. Suas sandálias intensamente brancas ofuscavam os meus olhos que, de longe, o observavam. Porém, o que me inquietou não foi o branco de suas sandálias, nem mesmo a distância que nos separava, mas a atadura envolvendo um dos seus pés". Willian Sizote (14/03/2012)



Categoria: PENSAMENTOS
Escrito por Willian Sizote às 13h13
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"Para aqueles que dizem que deixaram de amar, que esqueceram um grande amor, desculpem-me a franqueza, mas vocês nunca souberam o que é amar". Willian Sizote



Categoria: PENSAMENTOS
Escrito por Willian Sizote às 12h52
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"O verdadeiro amor não depende do outro para existir. Ele simplesmente existe. Eu não preciso que me ame para amá-lo. Eu simplesmente amo. Mesmo que não fiquemos mais juntos, que sigamos caminhos diferentes, eu vou amá-lo, para sempre". Willian Sizote (Resposta à pergunta 'Como você vê esse seu sentimento?' feita pela amiga Mercia Garcia em relação ao texto "Promessas de um amor eterno", postado neste blog)



Categoria: PENSAMENTOS
Escrito por Willian Sizote às 12h46
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          Por volta do ano 2060 um velhinho contava a seguinte história:

          Há muitos e muitos anos atrás, quando ainda era jovem e atraente, conheci uma pessoa muito especial. Sabe quando você encontra alguém e sente que é a pessoal ideal para você? Pois é! Completávamos-nos como ninguém. Os beijos, os abraços, os sonhos. Tudo era perfeito. O amor era mágico. Um verdadeiro conto de fadas. Prometemos companheirismo. Juramos fidelidade. E, principalmente, acreditávamos em um amor eterno.

          As dificuldades surgiam, o susto entre os defeitos e as qualidades descobertos às vezes castigavam. Mas nunca nos esquecemos das promessas feitas desde o início, quando a amor ainda queimava feito brasa e se entrelaçava com o forte desejo que, hoje nessa idade, já não é tão ardente como naquela época. E, para chegar a tantos anos juntos, só mesmo um amor verdadeiro, já que foi necessário atravessar tantas tempestades e inúmeros precipícios. Porém, os carnavais, as flores e as canções estarão sempre guardados em nossos corações.

          Hoje, tanto tempo depois, lembro-me de todos esses momentos e ainda me emociono. Mas isso é normal quando se vive um amor dos sonhos e quando as juras de amor são puras e verdadeiras. E, mais que isso, quando ambos acreditam e confiam um no outro, incondicionalmente.

          Vou terminar logo esse breve texto, pois o meu amor acordou e está me pedindo para ajudá-lo no banho. Ah, já ia esquecendo de me apresentar. Meu nome é Willian e, o meu amor, que está sentado na cama me olhando com as ruguinhas mais fofas que eu já vi, se chama _ _ _ _ _ _ _. Como prometemos, estamos a cada dia renovando um amor que nasceu no nada, cresceu no tudo e viverá no sempre.

          Willian Sizote (Texto escrito entre fevereiro e abril de 2009, quando vivi uma breve, porém profunda história de amor. Provavelmente eu não cumpri com todas as promessas, mas sou humano e isso também não vem ao caso agora. Acreditava que nunca mais veria esse texto, já que havia apenas postado-o como depoimento no Orkut. Como o relacionamento acabou todos os depoimentos foram deletados. Até que no dia 04 de março de 2012, quando separávamos alguns documentos em minha nova residência, meu pai encontrou um papel contendo o texto e começou a lê-lo. Suspeitei e impedi que chegasse até o fim da leitura. Talvez seja um erro postá-lo neste Blog, mas confesso que encontrá-lo, três anos depois que tudo acabou, mexeu um pouco comigo. Espero que tenham gostado dessa simples mensagem que, na época, foi escrita nas batidas do meu coração. Pensei em fazer várias correções, mas preferi deixá-lo exatamente como o escrevi em 2009. E, para quem nunca amou na vida, dou apenas um conselho: ame, incondicionalmente. Pois, por mais que doa a perda da pessoa amada, não há nada melhor do que a doce e amarga sensação de amar)



Categoria: MENSAGENS
Escrito por Willian Sizote às 09h32
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          Muitas profecias já foram enunciadas. Os seres humanos, “inteligentes” como são, por diversas vezes já aguardaram temerosos o fim de um planeta que se perde no espaço e se encontra nas palavras proféticas que exalam de diferentes crenças em inúmeras previsões.

          Datas e horas marcadas já dançaram harmoniosamente no baile das estrelas estipulando encontros nos quais fogo e água se chocam e o futuro é manipulado como uma marionete, cujo manipulador cospe espadas de fogo com o intuito de convencer uma parte significativa de pessoas, enquanto outra parte carrega sobre a cabeça a incógnita da perdição.

          É inegável o fato de que muitos crêem em tais previsões. Existem aqueles que dizem não acreditar, mas no útero da inconsciência um ponto de interregoção começa a ser gerado. Entretanto, ainda assim, existem aqueles que realmente não dão crédito. Porém, o que sobressai em meio a tantas crenças e descrenças são as inúmeras fontes de onde emanam tais afirmações.

          Afinal, acreditar ou não em tanta previsão? Crer em algo ou alguém sempre foi a regra. Cada gota de “achismo” ou “certezismo” que cai no oceano vem de negras nuvens que, em sua flexibilidade, formam gigantescas imagens que na estúpida imaginação revelam-se em formas de igrejas e templos que se denominam, equivocadamente, donos da “razão”.

          As profecias reveladas no Apocalipse ou, até mesmo, as questionáveis previsões de Nostradamus, cruzam-se com muitas outras em um risco de fogo cortante no céu. O Calendário Maia, que termina o seu ciclo em 21 de dezembro de 2012, mexeu com a imaginação de muita gente. Apesar dos hipotéticos absurdos que a maioria dessas profecias traz em seu contexto, muitos fatos consideráveis já ocorreram.

          Muitos tentam desvendar o mistério do universo, da vida, da morte. De onde veio o homem, para onde irá. Tentam descobrir como tudo começou e como tudo acabará. Inúmeras pessoas fazem uma releitura do passado e buscam desvendar um futuro que, provavelmente, nunca chegará.

          As religiões são as que mais dão base às suas afirmações. Porém, perdem a maior parte do seu tempo apontando o que é “certo” e condenando o que é “diferente”. Levam uma eternidade travando uma guerra de espadas afiadas e esquecem de viver o que elas mesmas ensinam em suas igrejas: “Amar ao próximo como a ti mesmo”. Quanta hipocrisia!

          A raça humana está em extinção. Não se iluda com tantos zeros presentes em sua somatória. Essa raça, como todos já previam, está chegando ao fim. Mas esse fim, tão proclamado por muitos, provavelmente não será em 2012. No entanto, mesmo que ainda resista a alguns “séculos”, ela não durará tempo suficiente para se fazer cumprir todas as profecias.  Pois o homem, o seu maior predador, está constantemente à espreita. A guerra, a desigualdade social e o preconceito são apenas algumas das provas de que o grande vilão dessa história é o próprio ser humano. Talvez alguns “cientistas malucos” tenham razão quando dizem que a raça humana nada mais é que uma parasita, uma infecção para o planeta terra. Mas é necessário acrescentar algo muito importante nessa teoria: a própria parasita se autodestruírá.

          É importante frisar que o intuito não é ignorar os textos apocalípticos presentes na Bíblia, muito menos duvidar da credibilidade das profecias reveladas por Nostradamus ou das linhas enigmáticas do Calendário Maia. O objetivo é mostrar uma realidade que “berra” diante dos nossos olhos. A humanidade perdeu a sua essência. O amor ao próximo transformou-se em ódio, inveja, cobiça. Diante de tantas incógnitas relacionadas ao fim da raça humana, uma única afirmação ainda pode ser feita sem medo de se equivocar: “quem destruirá o homem será, definitivamente, o próprio homem”.

          Willian Sizote (Artigo publicado na 47ª edição da Revista Styllus em fevereiro de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 12h31
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          Inovação! Essa é uma das palavras que mais define a Revista Styllus. E foi atendendo o clamor de suas leitoras que essa edição resolveu ousar e estampar em suas páginas toda a beleza e sensualidade de Franklin David. O modelo e repórter do TV Fama, que vem arrancando suspiros da mulherada em todo o país, além de ser o colírio da vez, ainda nos concedeu uma entrevista exclusiva que você confere na íntegra a partir de agora.

          REVISTA STYLLUS- Franklin, conquistar o respeito do público não é uma tarefa fácil. Mas pelo jeito você soube aproveitar a chance que recebeu. Afinal, como você chegou ao TV Fama e o que essa oportunidade significou pra você?

          FRANKLIN- Entrei no TV Fama através de uma indicação, então fui até a emissora para uma entrevista com o diretor do programa, Fabio Martinho, já com meu material em mãos! Mostrei a ele que eu dominava o conteúdo do programa e que estava preparado para começar a trabalhar a qualquer momento! Quando comecei no TV Fama vi realmente uma boa oportunidade de crescer junto com um desafio, que era justamente cair no gosto do público e de certa forma me destacar entre os outros colegas de trabalho. Porque das duas uma: ou você tem um diferencial, ou você é só mais um! Agora, já com um ano de TV Fama, posso dizer que consegui com êxito o que eu estabeleci!

          REVISTA STYLLUS- É possível conciliar a carreira de modelo e repórter? E Se tivesse que escolher entre uma e outra, qual escolheria?

          FRANKLIN- É possível! Porém, trabalhoso! (risos) O TV Fama é um programa semanal e isso exige muito tempo. Então quando tenho alguma campanha para fazer passo para minha direção e negociamos a liberação. Tudo na vida tem um jeito! (risos) Já quanto a escolher entre modelar e o jornalismo, sem dúvida nenhuma minha escolha é pelo jornalismo. Minha carreira de modelo aconteceu, não busquei. E com o jornalismo não, eu fui atrás, eu estudei, eu ralei muito para pagar a faculdade e chegar onde estou!  

           REVISTA STYLLUS- Como foi posar para a Revista Junior, uma das revistas mais quentes da categoria, em um ensaio pra lá de ousado? Houve momentos de timidez ou você realmente ficou à vontade como revelam suas belíssimas fotos?

          FRANKLIN- Obrigado pelo "belíssimas fotos"! (risos) A Junior foi um trabalho como qualquer outro! Quando se é modelo não existe essa coisa de timidez, fotografando para um catálogo vestido dos pés a cabeça ou um editorial de moda com um pouco menos de roupa, é tudo a mesma coisa, afinal você está ali trabalhando! Fiquei à vontade! (risos)

          REVISTA STYLLUS- Toda profissão é capaz de gerar momentos inesquecíveis. Creio que na profissão de repórter esses momentos ocorrem com muito mais frequência. Diante de tantos famosos que já cruzaram com você, qual celebridade você mais gostou de entrevistar?

          FRANKLIN- A Hebe e a Maisa foram minhas grandes surpresas! Encontrei com a Hebe na saída de um restaurante e meu objetivo era o famoso "selinho", pedi e de cara ela me disse não, fiquei muito sem graça! (risos) Aí ela entrou no carro e ameaçou ir embora, mas tudo não passava de uma brincadeira da primeira-dama da TV brasileira, Hebe então saiu do carro dando gargalhadas e me deu o selinho! Foi um momento único, não só pelo selinho, mas por toda situação! Com a Maisa a surpresa foi ainda maior, porque ela assim que me viu começou a gritar que me assistia, e aquilo vindo da menina prodígio era um tremendo presente. Depois disso ela queria saber se meu cabelo era peruca, assim como fez com o Silvio. Então agachei e mandei ela puxar o cabelo para fazer a constatação, ela puxou e sorrindo disse: "Não é peruca! Não é peruca!" (risos)

           REVISTA STYLLUS- Existe algum famoso que você ainda não entrevistou, mas que adoraria entrevistar? Por quê?

          FRANKLIN- Silvio Santos! Há muito tempo atrás fui entrevistado por ele no “Programa Silvio Santos", mas a minha vontade mesmo é entrevistá-lo!

           REVISTA STYLLUS- Você se considera um símbolo sexual?

          FRANKLIN- Não! Não me considero um símbolo sexual! Claro que o fato de fotografar com menos roupa em alguns trabalhos, mexe com a cabeça das pessoas, mas isso acontece naturalmente. Nunca fiz nada pensando em ser um símbolo sexual, por isso não me considero um! (risos)

          REVISTA STYLLUS- Quais os seus planos para o futuro? Vem novidade por aí?

          FRANKLIN- Posso dizer que estou trabalhando direitinho para que as coisas aconteçam como eu quero. Sou um cara focado e procuro fazer tudo no tempo certo! Gosto muito de esportes radicais e apresentar um programa assim está nos meus planos! Novidades? (risos) Sempre tem e sou motivado por elas!  Aguardem! (risos)

          Willian Sizote (Entrevista exclusiva publicada na 47ª edição da Revista Styllus em fevereiro de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 11h54
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          A Revista Styllus se superou mais uma vez. E a responsável por mais esse sucesso é a talentosíssima Evelyn Montesano que, além de estampar a capa dessa edição, ainda nos presenteou com um maravilhoso ensaio fotográfico. A Atriz e apresentadora que se consagrou na TV apresentando o programa Top Show na CNT, atualmente faz parte do elenco da série Open Bar do canal Multishow. Se você quer saber um pouco mais sobre a vida dessa gata que veio abrilhantar ainda mais as nossas páginas curta a entrevista a seguir que foi cedida com exclusividade para a nossa revista. “Ai, como estamos poderosos”!

          REVISTA STYLLUS- Evelyn, atualmente você participa da série Open Bar do canal Multishow. Como você define essa nova etapa em sua vida e o que esse universo televisivo tem a ver com você?

          EVELYN- Sempre fui muito comunicativa e desde criança já sabia que queria trabalhar com televisão. Nunca tive dúvidas disso e nem nunca quis fazer outra coisa. Ser apresentadora é bem legal, mas interpretar, dar vida a um personagem, é o que me realiza profissionalmente. Adorei gravar para a série Open Bar, o clima no set de filmagem era dos melhores, com uma equipe super unida de excelentes profissionais em que todos se davam muito bem. Foi uma ótima experiência, muito enriquecedora.

          REVISTA STYLLUS- Já sabemos que sua passagem pela CNT como apresentadora do programa Top Show foi um sucesso. O que você levará dessa experiência?

          EVELYN- Conheci muita gente na época que apresentei o Top Show, fiz muitas amizades com atores, apresentadores, modelos, jornalistas empresários e outras pessoas que levo até hoje. Outra coisa que foi muito positivo foi a experiência de ter que se comunicar com milhares de pessoas através da televisão, isso com certeza foi um ótimo aprendizado. Falar em público se tornou algo muito normal para mim.

          REVISTA STYLLUS- Além de ser formada em cinema e vídeo e ter feito um curso de interpretação que, no que parece, foi um divisor de águas em sua vida, você já fez vários outros cursos voltados para o mundo artístico como teatro, canto e modelo. Ainda provou para os brasileiros que você é tão boa como atriz quanto como apresentadora. Mas se tivesse que escolher entre as duas profissões qual escolheria? Por quê?

          EVELYN- Foi como eu disse, gosto muito de trabalhar com televisão, tanto apresentando quanto interpretando, mas acho que me realizo mesmo é atuando. Gosto muito do processo de criação de um personagem, de ler o roteiro, estudar a personalidade, vê-lo se moldando, nascendo. Atuar é realmente o que amo fazer.

          REVISTA STYLLUS- Em suas recentes férias em Los Angeles você visitou grandes pontos turísticos como o Museu de cera de Hollywood e a famosíssima Calçada da Fama onde comparou suas mãos com as da Marilyn Monroe. Além dos pés e mãos a diva imortalizou no cimento da calçada a famosa frase: “Os homens preferem as loiras”. Afinal, você concorda com essa afirmação?

          EVELYN- Ihhhhh!!!! Olha a saia justa!!!! Rsrsrsrs. Não posso afirmar se é verdade ou mentira que os homens preferem mais as loiras, mas acho que aqui no Brasil especificamente elas chamam mais atenção sim. Acho que as loiras se destacam mais por serem minoria. O Brasil é um país com muito mais morenas do que loiras, então o diferente se destaca mais. Não é porque as loiras sejam mais bonitas ou coisa assim, conheço muitas morenas lindas, mas sim por serem exceção. Em contrapartida na Polônia como existem mais loiras do que morenas é muito comum as loiras pintarem o cabelo de castanho ou preto para chamarem mais atenção dos homens, se destacarem da maioria das mulheres. Gosto é algo muito individual, varia de acordo com a cultura de um local e também de um homem para outro. Cada país e cada homem têm o seu tipo ideal de mulher.

          REVISTA STYLLUS- Você ficou apaixonada pelo ensaio da Lindsay Lohan na Playboy dos Estados Unidos. Se pintasse um convite para posar na versão brasileira da revista, você toparia?

          EVELYN- Posar nua nunca foi um objetivo, uma meta profissional, algo que eu quisesse fazer. Já fui chamada para posar nua para uma revista masculina, mas não quis. Não teria problema em fazer uma cena de nudez em um filme, por exemplo, desde que o personagem e a cena pedissem por isso, fosse em uma boa obra cinematográfica, tivesse uma boa direção, fotografia e fosse um trabalho enriquecedor. Na Playboy americana o ensaio feito com uma celebridade é completamente diferente de um ensaio feito aqui no Brasil. As fotos da Lindsay são 100 % artísticas. Não tem nudez frontal, por exemplo. O ensaio está deslumbrante. Tem fotos que parecem quadros. Talvez eu aceitasse posar nua se eu estivesse com um personagem sensual na televisão ou no cinema no momento do convite. Não sei, não posso dizer que sim nem que não. Tudo depende do momento profissional em que vou me encontrar no dia em que eu receber essa proposta e também se forem respeitadas as condições que eu colocar. E o cachê também tem que ser muito bom para valer a pena tamanha exposição.

          REVISTA STYLLUS- É impossível não perceber a sua grande admiração pelo carnaval carioca. Diante disso eu pergunto: Qual é a sua escola do coração?

          EVELYN- Tenho muito carinho pela Porto da Pedra e pela Grande Rio. Tenho muitos amigos na Porto da Pedra. A Porto tem uma equipe incrível, cheia de pessoas amigas, humildes. Que amam o que fazem. Não importa se você é rico ou pobre, novo ou velho. Todos são muito bem recebidos na quadra da escola. E a Grande Rio pela sua beleza e grandiosidade. Ela é “uma gigante” na avenida. Não tem como você não ficar extasiado diante de um desfile da escola. É lindo demais.

          REVISTA STYLLUS- Para finalizar, o que Evelyn Montesano reserva para seus admiradores em 2012? Existe algo que queira nos revelar?

          EVELYN- Só queria deixar um grande beijo para todos os leitores da Revista Styllus. Espero que tenham gostado dessa entrevista e também das fotos. Tudo foi com muito carinho para vocês. Queria deixar também o meu twitter, o @evelynmontesano para todos que quiserem me seguir e ficar sabendo de tudo o que acontece comigo em primeira mão. Encontro vocês por lá.

           Willian Sizote (Entrevista exclusiva publicada na 47ª edição da Revista Styllus em fevereiro de 2012)



Categoria: ARTIGOS E OUTRAS PUBLICAÇÕES
Escrito por Willian Sizote às 11h29
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